Quem Somos


Xcool – aprendizagem, tecnologia e arte.

A Xcool é uma escola de tecnologia e arte orientada para o desenvolvimento da autonomia e criatividade num ambiente colaborativo.

Nossa proposta alia a necessidade de um ensino que tenha como ponto de partida as formas contemporâneas de acesso e uso da informação, com a oportunidade que esses novos fluxos de conhecimento oferecem para mesclar criatividade e aprendizado, produzindo atividades e projetos que contribuam para a formação do estudante enquanto já impactam seu mundo.

Na metodologia da Xcool, cada programa é personalizado de acordo com os interesses, conhecimentos prévios e disponibilidade do aprendiz. No momento em que se matricula no curso, realizamos uma entrevista para entender melhor o seu perfil e assim orientar as atividades.

O objetivo da Xcool é promover a autonomia do jovem, incentivando a pesquisa independente e a construção de seus próprios projetos.

Nossos programas são:

  • Ciclo Básico – para ampliar o repertório em tecnologia e arte, explorando vocações e oferecendo ferramentas para que comece a construir um projeto pessoal
  • Tutorias – sessões em que tutores auxiliam os aprendizes na realização de seus projetos, num ambiente devidamente equipado e em colaboração com outros aprendizes

Procurando atender às singularidades dos participantes, oferecemos aulas no formato individual ou em grupos de até quatro pessoas, de acordo com seu perfil.

A Xcool conta com uma equipe multidisciplinar, composta por tutores especializados nas áreas de tecnologia, arte e educação, com sólida formação acadêmica, atuação profissional e constante atualização, apaixonados por cultivar novos talentos.

Além disso, para garantir uma experiência significativa de aprendizagem, a Xcool oferece a possibilidade de adequar sua proposta pedagógica em tecnologia e arte para abordar dificuldades de aprendizagem. Para isso, contamos com a ajuda de terapeutas e psicopedagogos vinculados à Casa do Desenvolvimento Humano Contemporâneo, espaço do qual a Xcool faz parte.

Nossos tutores

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Ale Abdo – Quando criança o Ale era zagueiro, nadador e judoca. Aprendeu a programar num computador de fita-cassete e criou o jornal da classe – que escrevia, imprimia e vendia junto com camisetas estampadas.

Apaixonou-se por Shakespeare no ginásio e por Galileu no colegial, como pela biblioteca da escola e, ao conhecer a internet, aprendeu a fazer websites e ensaiou um pequeno comércio internacional de jogos. Mas o melhor negócio que já fez foi trocar com seu pai “todos os presentes de aniversário pelo resto da vida” por uma Les Paul.

Graduado pelo Curso de Ciências Moleculares e doutor em ciências pela USP, ajudou a fundar o Garoa Hacker Clube e a Open Knowledge Brasil, administra a Wikiversidade e facilita o grupo de trabalho em Ciência Aberta.

Suas pesquisas lidam com intervenções tecnológicas para formar redes de colaboração, aplicando métodos estatísticos e computacionais à sociologia, pedagogia e saúde. Também organiza cursos sobre esse tema, como no Centro Cultural São Paulo, Ação Educativa e, enquanto professor convidado, no Instituto de Matemática e Estatística da USP.

No meio artístico, fez parte do CORO Coletivo, trabalhou na organização do festival de arte Reverberações e participa do movimento Sexta Poética, publicando poesias livres de direito autoral e realizando experimentos em escrita cocriativa.

Atualmente trabalha em pesquisas no Hospital do M’boi Mirim/Hospital Albert Einstein, no projeto Ciência Aberta Ubatuba (IBICT-RJ), e colabora com o centro de pesquisa Atopos (ECA-USP). Trabalhou antes na Columbia University (EUA), Fundação Oswaldo Cruz (RJ) e na Faculdade de Medicina da USP.

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Carlos Henrique Habe – Carlão como é mais conhecido – e dependendo do lugar pode ser chamado de Don, Carlinhos, Habe ou Lao – é formado em artes plásticas pela FAAP e é mestre em Teoria Crítica e História da Arte pela FASM.

Filho único, na infância ocupava seu tempo lendo, escrevendo e desenhando muito. Interessava-se por ler sobre qualquer assunto (de quadrinhos e literatura a física e culinária) além de escrever e desenhar sobre qualquer tema que surgisse em sua cabeça (como forma de organizar as idéias). Estudou órgão, trombone e saxofone, o que ajudou a melhorar sua vida social, e ainda encontrou tempo para se dedicar aos treinos de natação. Tudo isso contribuiu para que pensasse o papel da educação e da arte em sua vida. Na tentativa de encontrar algumas respostas, passou brevemente pelos cursos de filosofia, psicopedagogia e mestrado em psicologia da educação.

É sócio-fundador da Casa do Desenvolvimento Humano Contemporâneo. Atua como formador de professores de artes, artista, psicopedagogo e elaborador de itens e material didático. Trabalhou como educador de exposições temporárias no SESC-SP, tutor de EAD (ensino à distância) da Fundação Bienal de SP e avaliador-parecerista da comissão de seleção dos projetos de oficinas culturais da Secretaria de Cultura de SP (Assaoc), também foi professor de história da arte e literatura em cursinhos preparatórios para vestibular e saxofonista em diversos projetos. Acredita na educação de forma integral, sempre pensando a educação pela arte e a arte pela educação.

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Oda – Apelidado de Eduardo pelos pais, é Bacharel, Mestre e Doutor em Matemática Aplicada pelo IME-USP. Aos 6 anos desmontava todos os seus brinquedos. Aos 12 a maioria estava remontada. Supreendentemente, aos 20 conseguiu que alguns voltassem a funcionar. Digitou seu primeiro programa antes dos 10 anos, copiando tudo de um livro e sem ter idéia do que estava fazendo. Aos 19 era um IBM Certified Professional em WebSphere Application Server.

É sócio-fundador do Garoa Hacker Clube, da Open Knowledge Brasil e da Casa do Desenvolvimento Humano Contemporâneo. Atua como hacker especialista em controle de sistemas dinâmicos além de pai de gêmeos. Inquieto, anseia por mudanças e gosta de intervir no mundo com projetos de arte, eletrônica e software.

Tem obras de neurociências no Instituto Inhotim e, em breve, no Museu do Amanhã. Incentiva e milita pela Colaboração, pelos Dados Abertos, pela Ciência Cidadã e pelo Software Livre. No meio disso tudo, é marceneiro amador e cuida do lago que construiu com as próprias mãos. Sonha em desmontar brinquedos junto com os filhos Raul e Bernardo.

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Vitor Fernandes Marinho Ferreira – Formado em administração de empresas e comércio exterior pela Universidade Mackenzie e extensão pela Pittsburg State University, começou o mestrado na USP, mas mudou de ideia. Desde cedo se interessou por tecnologia estudando por conta própria diversos temas e, ainda hoje, procura constantemente participar de cursos das plataformas Coursera, EDx, Udacity entre outras.

Quando criança gostava de entender sobre o funcionamento de tudo ao seu redor. Com apoio de seus pais aprendeu a construir as coisas que faltavam para seu divertimento, um exemplo disso foi a decisão de forjar espadas por conta própria. Desde então desenvolve atividades “hackers” – além de participar de atividades esportivas junto a diversos grupos da região sul de São Paulo.

Aos 18 anos tentou empreender na área de comércio exterior e foi a partir daquele momento que iniciou sua participação em diversos negócios de abrangência nacional e internacional. Isso levou ao interesse sobre o estudo de línguas como Inglês e o Chinês.  Também participou de grupos como IISAC, investimentos em ações e multimercado. É membro e presidente do Garoa Hacker Clube, além de sócio-fundador da Casa do Desenvolvimento Humano Contemporâneo. Atualmente empreende junto a Quiropraxia Fernandes, Gravento Produções e All4 mídia, pesquisa e engajamento. Além de desenvolver projetos voltados a saúde e tecnologia, como o Gymness em parceria com a Samsung Ocean.